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Atualidade e Freguesias
Programa Famalicão Comunitário dá frutos
    05-06-2019
    Está lançado o programa Famalicão Comunitário, um amplo projeto de governança coletiva impulsionado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, mas dinamizado e gerado na comunidade civil através das dez Comissões Sociais Inter-Freguesias existentes no concelho. Os últimos meses têm sido de desafio, de trabalho e de concentração em volta daquilo que a comunidade quer e pode agarrar em termos de gestão e ocupação da agenda pública e também de planeamento das atividades e dos eventos.

    Os resultados práticos dessa assunção por parte da comunidade de criação e dinamização de atividades podem começar a ser acompanhados na página oficial do projeto no facebook, plataforma que será igualmente o espelho da dinâmica de cada comunidade e da sua capacidade de iniciativa e de realização. Este será também um espaço de partilha de sinergias, de conhecimento e de mobilização em torno de um território que se quer cada vez mais desenvolvido, coeso e comprometido.

    A agenda comunitária multissectorial que será colocada em prática com a ajuda do município será reflexo das especificidades e escolhas de cada CSIF e traduzirá muito do que são as particularidades e sensibilidades de cada território, disponibilizando aos cidadãos eventos e iniciativas em áreas como a educação, o desporto, o ambiente e a cultura, entre outras, perspetivando-se mais e melhor emprego, envelhecimento ativo, saúde e inclusão.

    Vai Haver Cultura

    A cultura é inclusivamente uma das áreas chave do programa e merecerá uma agenda própria que atravessará todo o território através do projeto Há Cultura, tal como o Ambiente com o projeto Os Nossos Rios e o projeto 25 mil árvores até 2025.

    O Há Cultura assenta nesta estratégia de coesão territorial e equidade de oportunidades num território multidiverso e vai concretizar-se numa política municipal de descentralização da produção, vivência, fruição cultural e integração social da arte e cultura local, através da formação e estímulo de públicos.

    Este processo de descentralização é entendido na perspetiva de contribuição da cultura para a alavancagem do desenvolvimento integrado do território. Neste sentido a descentralização pressupõe a emergência de novas centralidades culturais que permitam mapear o território concelhio com núcleos dinâmicos locais reprodutores da identidade local.

    Os objetivos passam pela formação de novos públicos, itinerância local e concelhia, cocriação de eventos, capacitação dos agentes culturais locais, promoção do acesso à fruição cultural e criação de novas dinâmicas culturais locais.
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