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Educação e Cultura e Turismo
Biblioteca Camilo Castelo Branco faz retrato do comércio desaparecido famalicense
    21-01-2019
    O comércio quotidiano que efervescia Vila Nova de Famalicão nas primeiras décadas do século XX vai ser recordado pela Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, através de uma mostra documental mensal intitulada “O comércio de Vila Nova”. Todos os meses, serão publicadas fotografias, publicidades, postais ou cartazes que remetem para a azáfama comercial que a vila famalicense viva nos anos 20, 30 e 40. Por entre as casas comerciais de fazendas, mercearias, ferragens, chapelarias, calçado e casas de pasto, serão ainda recordadas as confeitarias e farmácias e as oficinas.

    Depois de ter recentemente terminado o projeto de promoção da história local intitulado “Por Terras de Vila Nova”, que consistiu na exibição mensal de diversas fontes documentais relativas às 49 freguesias do concelho de Vila Nova de Famalicão, a Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, através da sua Sala do Fundo Local, inicia agora este novo projeto de promoção da história local dedicado ao comércio famalicense desde o início do século XX.

    Com a mostra documental “O comércio de Vila Nova”, a Biblioteca Municipal pretende continuar o seu trabalho de promoção do seu Fundo Local como um espaço especializado e privilegiado no acesso às mais importantes fontes documentais produzidas pela comunidade famalicense ao longo dos tempos, como por exemplo as obras editadas pela câmara municipal ou pelos autores locais, a imprensa local, dossiers temáticos com interesse para a região, mapas, fotografias, postais, cartazes, entre outras.

    Com base neste importante acervo documental, a partir do próximo mês de fevereiro, e com uma periodicidade mensal, a mostra documental “O comércio de Vila Nova” dedicar-se-á à divulgação de inúmeros espaços comerciais famalicenses que com o passar dos anos se extinguiram e já não figuram nas nossas ruas e praças.

    Assim, e já para o próximo mês de fevereiro, a casa comercial a merecer destaque será a Ourivesaria Cunha, que iniciou a sua atividade em Vila Nova de Famalicão a 2 de dezembro de 1908 e que na obra Aspectos de Vila Nova: Factos e Nomes, é descrita como “(…) uma casa de ourivesaria, prataria e relojoaria, das melhores da nossa província, e que, pela sua aparência citadina, muito salienta a nossa Terra.”
    Nos meses que se seguirão outras importantes casas comerciais serão objeto de promoção, com o por exemplo a Estação de Serviço SHELL, a Confeitaria Bezerra, a Casa Malheiro, o Restaurante Íris, o Café-Restaurante Garantia, entre outros.
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